Alerta Tendência – Vermelhou

Entra ano e sai ano, vem outras cores, mas é inegável que vermelho é a cor absoluta do Outono/Inverno. Quem gosta de acompanhar o movimento da moda já deve ter percebido que a cor esta aparecendo cada vez mais nas produções das it womans e influencers mais badaladas da WEB e eu que sou apaixonada, não podia deixar passar a oportunidade de postar inspirações da cor mais seduzente do momento.

vem comigo!!!

 

Combinando vermelho no seu look

Vermelho não é das cores prediletas para a maioria das pessoas. Eu por exemplo ”como amo” creio que pelo menos 30% do meu armário é vermelho, fora os batons né nonnn??? Uma das combinações que mais me agradam é o vermelho com azul marinho, acho PHINO. Eis abaixo uma combinação digna para causar no seu ambiente de trabalho.

 

Look social​

 

 

Look Despojado

 

 

Animal print

 

Glam

 

 

Acessórios

 

Makeup

Saia Godê

Depois de séculos usando apenas vestidos, as mulheres começaram a renovar seus guarda roupas, e surgiram então as saias, em vários estilos e modelagens (como as godês, plissadas, pregueadas, franzidas, etc.).

Popularizada por Christian Dior, nos anos 50, o modelo godê é caracterizado por se tratar de uma saia bem rodada, com cintura alta, que, à época, tinha o comprimento na altura da panturrilha, e costumava ser usado com várias anáguas, para aumentar o volume ainda mais.

É uma saia muito volumosa e, como tal, favorece muito as silhuetas mais estreitas. Também disfarça os quadris mais largos, pois, ao marcar bem a cintura, a peça se apresenta solta no caimento.

A modelagem godê é bem feminina, e permanece na moda sempre com releituras e inovações conforme a época: detalhes em renda, aplicações no cós, laços, etc. O modelo pode ser usado em várias ocasiões, como reuniões, festas e passeios casuais.

É muito popular também em caracterizações para festas com tema dos Anos 60.

Para confeccionar a peça, gasta-se muito tecido (o modelo é muito volumoso e necessita de um bom caimento). Em contrapartida, vale destacar que essa é uma das peças mais fáceis de serem modeladas. Existem dois tipos de godê: a simples, que é composta de meio círculo, e a guarda-chuva ou dupla, que é composta por um círculo completo.

Casquete

Conheça um pouquinho sobre esse acessório Glamouroso

Uns chamam de casquete, voilette ou fascinator:

De origem militar, o casquete é um chapéu sem abas, de formato redondo ou oval, que cada vez mais está ganhando espaço entre as noivas. Estruturado, o acessório é, normalmente, usado na lateral da cabeça como enfeite e ainda pode ser preso por uma tiara ou por presilhas. Usado mais a noite somente como adorno. Não tem função principal, somente enfeitar. É uma das peças mais emblemáticas dos anos 40.

Queridinho das noivas, o acessório também pode ser acompanhado de um voilette (A peça era muito usada entre as década de 1910 e 40: as mulheres usavam a voilette para protegerem-se da poeira e do sol. O uso era restrito ao dia, tão diferente de hoje, que é visto com mais facilidade em festas a noite ou em noivas que levantam o véu só após o beijo. Mas a origem é ainda mais antiga: há registros do uso de voilette no século XVII)

E tem ainda o Fascinator. Simplificando ele é um enfeite. Podem ser menores ou maiores que os casquetes, são mais modernos e sua principal caracteristica é que possuem muitas penas, plumas e brilhos. Pode ser usado de noite e de dia.image

Slow Fashion – Porque adotar essa moda?

brechó

O “slow fashion  é um termo cunhado por volta do ano de 2004, em Londres, por Angela Murrills, uma escritora de moda da revista de notícias on-line Georgia Straight.

O termo ficou conhecido depois de ser muito utilizado em blogs de moda e artigos na internet.

Inspirado no conceito de “slow food”, que se originou na Itália nos anos 90, o slow fashion adaptou alguns pontos para o âmbito da moda.

Em contraposição ao fast fashion – sistema de produção de moda atual que prioriza produção em massa, a globalização, o apelo visual, o novo, a dependência, a ocultação dos impactos ambientais causados na produção, o custo baseado em mão-de-obra e materiais baratos sem levar em conta aspectos sociais da produção -, o slow fashion surgiu como uma alternativa socioambiental mais sustentável no mundo da moda.

A prática do slow fashion preza pela diversidade, prioriza o local em relação ao global, promove consciência socioambiental, contribui para a confiança entre produtores e consumidores, pratica preços reais que incorporam custos sociais e ecológicos e mantém sua produção entre pequena e média escalas.

Para explicar melhor, abaixo listamos algumas características principais do slow fashion que, cunhado por Angela Murrills, teve seu significado complementado por outras ideias, posteriormente:

Valorização de recursos locais

Priorizar a produção local é uma forma de resistir contra a “avalanche” globalizante. Como você pôde conferir na matéria “Fast fashion: o que é, como funciona e quais impactos”, a produção globalizada do fast fashion é feita por grandes marcas que padronizam as roupas para o mundo inteiro, o que acaba diminuindo espaço de especificidades culturais, desvaloriza trabalhadores locais e consome muitos recursos.

Consumidores, produtores e recursos naturais locais, em contraposição à produção globalizada, são uma alternativa à padronização, à centralização e à produção de produtos idênticos. Isso dá origem a ideias de “sociedade multilocal” e uma “economia distribuída”, em que o global é composto por uma rede de sistemas locais. No slow fashion, tudo o que está disponível localmente é utilizado da melhor forma possível, e o que não pode ser produzido localmente é trocado e compartilhado, dando origem a uma sociedade simultaneamente local e cosmopolita – onde o termo “cosmopolita” abrange a diversidade, em oposição à homogeneidade, implícita na globalização.

Sistemas de produção transparentes com menos intermediação entre produtor e consumidor

A produção de roupas e acessórios, em geral, depende muito da comunidade local e, na produção globalizada (fast fashion), esse fato muitas vezes é obscurecido intencionalmente pelo nome da marca da moda.

No modelo slow fashion, a transparência procura informar a origem real dos produtos: e vez de omitir a origem da produção com nomes genéricos de um estilista ou marca, por exemplo, a referência é dada a empresas de menor escala: um modelo mais transparente.

Além disso, ao diminuir intermediadores nos processo de troca das mercadorias, o consumidor se aproxima do produtor. Com esse estreitamento de vínculo, os produtores sentem a responsabilidade de produzir​​ com qualidade, pois os produtos serão consumidos por pessoas que eles conhecem, e os consumidores sentem uma responsabilidade em relação aos produtores, que são membros de sua comunidade. Além do mais, quando se evita intermediações nas trocas, o produto tende a encarecer menos e o produtor se valoriza.

Produtos sustentáveis e sensoriais

Os produtos sustentáveis e sensoriais do slow fashion são aqueles que têm uma vida útil mais longa e são mais valorizados que os consumíveis típicos.

E para prolongar a vida útil das roupas, calçados e acessórios, uma das práticas mais empregadas no slow fashion é o remendo. Essa prática que deixou de ser utilizada principalmente por ser associada à pobreza, foi retomada pelo slow fashion e ganhou credibilidade, sendo referida como uma forma de reciclagem.

Outra maneira de prolongar a vida das roupas é fornecer produtos que têm longevidade funcional e que permanecem na moda. Para isso ser viável, os produtos desenvolvidos não podem ser aqueles da “temporada da moda”. O relacionamento do sujeito com o objeto precisa envolver algo a mais que a aparência exclusivamente. É preciso existir um vínculo capaz de evitar o descarte. Um caminho nesse sentido é desenvolver vestuários que carregam uma história, origem, gosto, toque, cheiro, que sejam feitos especialmente a mão e que ofereçam algo específico do indivíduo em termos de ajustes e aparência.

Questionamento à noção da moda que se ocupa exclusivamente do “novo”

O sistema de moda precisa prestar mais atenção ao interesse do consumidor em roupas usadas, em design personalizado e reciclagem, em oposição à cultura do “novo”. Dessa forma, a moda se torna mais sustentável.

Desafio ao embasamento da moda exclusivamente na imagem

slow fashion desafia a moda a reorientar a qualidade de seus produtos de maneira que a confecção do vestuário leve em conta aspectos integrais e não apenas a aparência.

Moda é escolha e não um mandato

Com a atuação da indústria globalizada que domina o mercado e padroniza a moda, a escolha por produtos diferentes é inviabilizada. O slow fashion é uma alternativa que promove maior liberdade na escolha dos produtos.

Atuação colaborativa/cooperativa de trabalho

Especialmente no caso das mulheres, que formam um contingente significativo no ramo têxtil, o movimento slow fashion preza pela formação de cooperativas capazes de promoverem a colaboração entre os agentes da cadeia têxtil – uma forma de gerar um comércio mais justo.

Criação socialmente responsável e distribuição econômica

A produção valoriza os recursos locais; elimina hierarquias entre estilistas, produtores e consumidores; evita intermediários na cadeia de distribuição e possibilita a melhor distribuição econômica entre os agentes da produção. Como o slow fashion não se preocupa com a produção em massa, ou seja, o escoamento e descarte rápido das peças, é possível desenvolver artigos a preços justos que internalizem custos sociais e ecológicos da produção, valorizando os produtores.

Como você pode contribuir?

Remende

A melhor maneira de praticar slow fashion é deixar de consumir novas peças de vestuário e investir em reutilização. Em vez de descartar, por que não remendar e dar um novo estilo às suas peças? Confira as matérias “Transforme camisetas velhas em adereços e objetos úteis para o dia a dia” e “Faça você mesmo: transforme sua camiseta velha em uma bolsa sustentável“. Se você não sabe costurar, procure por costureiras ou costureiros da sua região – uma forma de valorizar o trabalho local.

Visite brechós

Você pode praticar slow fashion investindo em peças de brechós, uma outra forma de reutilização. Algumas instituições de caridade fazem brechó para arrecadação, de quebra você ajuda essas instituições.

Consuma de forma responsável

Quando for comprar roupas e acessórios, procure saber se há produção local próxima de você. Prefira marcas responsáveis que se preocupam em evitar o trabalho escravo e reduzir impactos ambientais na cadeia de produção. Normalmente marcas veganas têm essas preocupações. Procure por costureiras no seu bairro, valorize-as e confeccione roupas duráveis e personalizadas para você. Fomente a ideia de formar cooperativas de mulheres no seu bairro. Converse com amigos e amigas e troque roupas, calçados e acessórios com eles.

Seja consciente

Evite peças da moda, escolha peças mais neutras que não ficarão sem uso precocemente. Não tenha medo de repetir suas roupas! Se não estão sujas suficientemente para merecerem uma lavagem, utilize novamente e evite mais desgastes na máquina de lavar – assim você também diminui a geração de microplástico. Para saber mais sobre esse tema confira a matéria “Estudo revela que lavagens de roupas feitas com fibras sintéticas soltam microplásticos“.

Dê o exemplo

Ao aderir a atitudes desse tipo, pessoas próximas começam a notar seu comportamento e podem seguir seu exemplo. Durante muitos anos, no Brasil, as propagandas, novelas e outros meio culturais e de comunicação disseminaram a cultura do fast fashion, impondo um consumo desenfreado pautado na imagem e na não repetição de roupas, mas agora você já sabe que essa prática não é sustentável em longo prazo.

Para conhecer outras ideias de como pegar leve no impacto ambiental das suas roupas, confira a matéria “Dicas para ter uma pegada ambientalmente correta com as suas roupas“.

Evite as fibras têxteis plásticas

As fibras têxteis plásticas como o poliéster e poliamida (náilon) são fontes de microplástico. Por isso, procure evitá-las e, no lugar destas, priorize o algodão orgânico. Para saber mais sobre esse assunto confira a matéria “Qual é o impacto ambiental da produção de roupas? Entenda e conheça alternativas“.

Descarte corretamente

Evite ao máximo praticar o descarte. Mas se você não encontrou nenhuma alternativa para a reutilização ou reciclagem e precisa descartar, faça o descarte correto. Encontre postos de coleta mais próximos de sua casa.

Pin Up

“Pin–up” é um termo inglês que significa “pendurar” e isso se deve ao fato das imagens, catálogos e calendários dos anos 30 a 50, onde apareciam constantemente essas mulheres de ar inocente e ao mesmo tempo sensual, ficarem pendurados nas paredes dos locais onde os soldados residiam e, não menos comum, em várias …

 

Hoje, elas embelezam de espetáculos pornô-soft a estúdios de tattoo. Mas, no começo, lugar de pin-up era na parede. Nos anos 40 e 50, era passatempo entre os soldados americanos pendurar (em inglês, pin-up) fotos de mulheres bonitas em seus alojamentos.

É importante destacar que essas mulheres posavam em uma época moralista em que mostrar as pernas ou ser fotografada nua era uma ofensa para a sociedade, ou seja, a liberação feminina já estava dando seus primeiros passos para a explosão do feminismo dos anos 60.

 

Entre as celebridades que ganharam destaque como pin-up nesse período, temos: Greta Garbo, Betty Grable, Rita Hayworth, Sophia Loren e Marilyn Monroe que chegou a começar sua carreira como pin-up.

Com o tempo, foi se estabelecendo um padrão específico. Pin-up passou a ser necessariamente uma mulher voluptuosa. E o termo deixou de se resumir a fotos: ilustrações de pin-ups passaram a ser utilizadas em estampas, quadros e na publicidade.

 

Cabelo vintage, pele alva, batom vermelho e uma postura provocante, porém com algo de ingênuo, estão no manual da pin-up moderna. Gwen Stephany e Katy Perry adotaram o rótulo temporariamente, e outras acrescentam tatuagens à fórmula, como Pitty e a Kat Von D.

Modelo: Eluana Alves

Photo: André Bainha

Beauty e Consultoria deEstilo by Me

Eluana Veste Madame Lex – Vintage Store

Verão de Diva – O que não pode faltar na sua bolsa de praia

Que mulher é um bicho exagerado não é novidade… mas… se é pra ir para a praia ( Coisa que eu particularmente não sou fã ) … Tem que ir DIVA e com tdo o q tem direito né… Pensando nisso…  Criei um kit Sobrevivência para qualquer mulher pratica, moderna, fashion e nada simples para tudo assim que pisar na areia… Vem comigo!!!

  

Começando pelo Maiô né… Afinal… Vc não vai chegar pelada na praia não é msm… Vamos causar, porém, com classe… rsrs

Chinelo… Tem para tds os gostos… Procure um com a sua cara e que combine com todo o resto…

 

Saída de praia… Acho um luxooooooo saída de praia… Mto chique msm… Bem mais interessante do que canga amarrada na cintura #soacho

 

Bolsa… Tem vários modelos que eu curto, mas, essa da D&G… Me socorra por favor!!!

 

 

 

Nada de sentar a bunda na areia… Use uma baphônica Canga…

 

Proteção acima de tudo néah gatã… No corpicho, no rosto e nos Lábios… Use sempre filtro solar… como diz Bial… rs

 

 

 

 

Água termal pra ficar mais fresca do que você já é… rs

 

Proteja tbm os cabelos e não esqueça o pente e o espelho…

 

Chapéu e Óculos… Principalmente os Óculos… Indispensáveisssss gatã…

 

Frutinhas, sanduíches naturais e mta água…

 

 

Pele ressecada nops… Se hidrate queridã…

Musiquinha pra relaxar ou não… ❤

 

Livro… Adoro ler… Ainda mais sobre coisas que eu amo… Se curte makeUp, aceite essa sugestão bárbara amores…

 

 

E para as conectadas e viciadas em fotenhasss… Celular e Tablet não podem ficar de fora néah…

Agora… Basta saber qual o tamanho da bolsa que vai caber essa tranqueirada tda né… rs

Penteados Vintage Voltam com tudo nos salões de Beleza

Cabelos ondulados, coques altos e laquê, muito laquê. Os penteados retrô chegaram com tudo no Brasil e, apesar de não serem os mais inovadores, aparecem com classe e dão ar de modernidade – sim, cabelos antigos são sinônimos de inovação – aos looks de quem gosta e está atento ao mundo da moda.

 

Existem salões especializados em penteados e cortes retrô. Com a decoração no estilo que fazem o cliente entrar no clima.

Um dos penteados mais requisitados é o de Marilyn Monroe, com seus cachos modelados. “Ele recebe o nome de Pin Curls e é feito basicamente por cachos feitos com o dedo, ou baby liss, para quem não tem tanta prática, e com grampos especiais”.

Os grampos são facilmente encontrados em lojas especializadas em artigos de beleza e sua principal diferença são os frisos, muito menos demarcados do que os grampos comuns.

O penteado da diva norte-americana é bem simples, mas leva tempo e precisa de paciência. Separe a franja e divida os cabelos em pequenas porções de fios, deixando-as molhadas. Pegue cada uma dessas mechas, passe gel e as enrole usando dois dedos, de forma que faça um rolinho na cabeça, e prenda com dois grampos em formato de cruz. Repita o movimento em todo o cabelo, deixando a parte de trás da cabeça com os rolinhos concentrados na nuca e nas pontas. Nas franjas faça-os para baixo, prendendo o grampo bem na raiz.

Depois de oito horas – por isso o penteado requer paciência – retire todos os grampos. Passe os dedos por todo o cabelo, a fim de desembaraçar um pouco os fios. Para ajeitar, pegue uma escova grande, dessas redondas de modelar os cabelos. Do lado oposto ao que ficará a franja, passe a escova do lado de dento, no sentido do rosto, de forma que os cabelos fiquem enrolados para dentro. Depois, faça o mesmo do outro lado. Na parte de trás e na franja, o cabelo deve ser escovado e modelado para o lado oposto do rosto.

Essa modelagem já dará o efeito desejado de Marilyn, com largas e definidas ondas. Para melhorar o resultado, desfie a parte de trás dos cabelos, dando o efeito de maior volume. Aplique o quanto achar necessário de laquê e pronto: você tem um clássico penteado dos anos 1940 e 1950.

Penteados como o Victory Rolls e Finger Waves também são muito pedidos no salão. “As mulheres são atendidas uma a uma, no máximo quatro em um mesmo dia, e apenas com hora marcada”,pois, requer muita atenção pelos detalhes e estrutura.

O Victory Rolls também é fácil de fazer, mas exige um pouco mais de habilidade. Primeiramente passe mousse por todo o comprimento, para dar estrutura, e faça cachos com o baby liss. Neste caso, não importa a quantidade de fios de cada mecha, porque não é preciso deixar nada muito definido.

Em seguida, separe do restante do cabelo as mechas que ficam antes da orelha direita. Faça o primeiro rolo da largura de uma moeda de R$ 1, usando toda essa porção de cabelo, sem contar a franja. Prenda bem firme com grampos e aplique laquê. Repita o processo com a franja e o lado esquerdo e prontinho, você tem mais um penteado retrô para compor o seu visual.

Inspire-se

 

Foto em Destaque

Modelo: Eluana Alves

Photo: André Bainha ( @andre.bainha )

Make-Up & Hair Style by Me

Glam Rock

T-shirt com estampa de bandas, personagens de desenhos dos anos 80, roupas rasgadas, mto preto, jeans e spikes …. O Estilo Glam Rock esta cada vez mais presente nas ruas, nas passarelas, e em eventos socias e de moda… Mas não adianta tentar ser o q não é…. Esta ai um estilo que despensa modismo…. Vc tem q ter estilo e personalidade pra usar…. esta preparada pra isso???? Rasga seu jeans e se joga nesse visual descolado e cheio de estilo… Fora dos padr~es, porém, cada vez mais em alta ♥

 By Adriana Raftopoulos

Noivas nos Anos 50

O final da segunda guerra trouxe os famosos “Anos Dourados”, marcados pela década de 50.

 

Os Estados Unidos viveram o seu auge e as mulheres foram buscar uma ultra-feminidade.

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Vestidos super volumosos na altura dos tornozelos, batom vermelho, delineador, luvas e salto agulha foram os símbolos da sofisticada mulher dessa época.

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A cor vermelha é super presente, assim como tudo que faz lembrar a América.

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Os penteados são a maior inspiração… Mais estruturados, volumosos e sofisticados.

 

Por isso abuse do laque, do bocão e do salto agulha gatãsss, e venham ver as inspirações que preparei para vocês.